
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil manifesta perante a Nação repúdio a matérias na imprensa nacional e regional que expõem de forma afrontosa, exorbitante ao direito de informar e pré condenatória, Delegados de Polícia sujeitos a apurações criminais e procedimentos diversos que exigem observância do preceitos constitucionais de ampla defesa e contraditório.
Matérias enviesadas que afrontam a intimidade, dignidade pessoal e profissional e imagem de Delegados de Polícia como recentemente veiculadas no Espírito Santo, Alagoas, Pernambuco e São Paulo demonstram uma retratação editorial inconsequente perante até a vida familiar de Delegados de Polícia e policiais que possuem grandes serviços prestados à sociedade, sem sequer ainda terem sido condenados.
Matérias na imprensa relacionadas a criminosos contumazes não merecem muitas vezes exposição no mesmo nível, sendo lamentável que fotos, dados pessoais e até familiares de Delegados de Polícia investigados sejam execrados publicamente, com impacto sério na vida familiar destes profissionais.
Tal fenômeno demonstra uma necessidade de reflexão e adequação dos editoriais de parte da imprensa, que estabelece parâmetros informativos que rebaixam e criam um clamor público de exposição pré condenatória a profissionais que têm direitos constitucionais como outros cidadãos.
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil manifesta perante a Nação repúdio a matérias na imprensa nacional e regional que expõem de forma afrontosa, exorbitante ao direito de informar e pré condenatória, Delegados de Polícia sujeitos a apurações criminais e procedimentos diversos que exigem observância do preceitos constitucionais de ampla defesa e contraditório.
Matérias enviesadas que afrontam a intimidade, dignidade pessoal e profissional e imagem de Delegados de Polícia como recentemente veiculadas no Espírito Santo, Alagoas, Pernambuco e São Paulo demonstram uma retratação editorial inconsequente perante até a vida familiar de Delegados de Polícia e policiais que possuem grandes serviços prestados à sociedade, sem sequer ainda terem sido condenados.
Matérias na imprensa relacionadas a criminosos contumazes não merecem muitas vezes exposição no mesmo nível, sendo lamentável que fotos, dados pessoais e até familiares de Delegados de Polícia investigados sejam execrados publicamente, com impacto sério na vida familiar destes profissionais.
Tal fenômeno demonstra uma necessidade de reflexão e adequação dos editoriais de parte da imprensa, que estabelece parâmetros informativos que rebaixam e criam um clamor público de exposição pré condenatória a profissionais que têm direitos constitucionais como outros cidadãos.
A Adepol do Brasil está orientando as entidades do Estados e envolvidos a atuar em assistência técnica e jurídica nos casos destacados, se comprometendo a provocar os órgãos de imprensa a adotarem cautela no exercício do dever de informar quando Delegados de Polícia e policiais estiverem sujeitos a procedimentos criminais sequer finalizados na Justiça.
Pior que expor sem equilíbrio e zelo com a vida e dignidade humana, é pré condenar profissionais com anos de atividades qualificadas em prol da sociedade brasileira perante uma criminalidade avassaladora.
ADEPOL DO BRASIL – Associação dos Delegados de Polícia do Brasil
A Adepol do Brasil está orientando as entidades do Estados e envolvidos a atuar em assistência técnica e jurídica nos casos destacados, se comprometendo a provocar os órgãos de imprensa a adotarem cautela no exercício do dever de informar quando Delegados de Polícia e policiais estiverem sujeitos a procedimentos criminais sequer finalizados na Justiça.
Pior que expor sem equilíbrio e zelo com a vida e dignidade humana, é pré condenar profissionais com anos de atividades qualificadas em prol da sociedade brasileira perante uma criminalidade avassaladora.
ADEPOL DO BRASIL – Associação dos Delegados de Polícia do Brasil
Adepol-AL Associação dos Delegados de Policia de Alagoas