{"id":1315,"date":"2020-10-29T07:46:28","date_gmt":"2020-10-29T10:46:28","guid":{"rendered":"http:\/\/adepol-al.com.br\/portal\/?p=1315"},"modified":"2020-10-29T07:46:31","modified_gmt":"2020-10-29T10:46:31","slug":"reconhecimento-por-foto-nao-basta-para-condenacao-decide-stj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adepol-al.com.br\/portal\/reconhecimento-por-foto-nao-basta-para-condenacao-decide-stj\/","title":{"rendered":"RECONHECIMENTO POR FOTO N\u00c3O BASTA PARA CONDENA\u00c7\u00c3O, DECIDE STJ"},"content":{"rendered":"\n<p> 28 de outubro de 2020<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/img2.migalhas.uol.com.br\/_MEDPROC_\/https__img1.migalhas.uol.com.br__SL__gf_base__SL__empresas__SL__MIGA__SL__imagens__SL__2020__SL__10__SL__27__SL__242a0cfe-3966-4430-b9a1-393c2ef4e91f.jpg._PROC_CP75.jpg\" alt=\"(Imagem: Lucas Pricken\/STJ)\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>(Imagem: Lucas Pricken\/STJ)<\/p>\n\n\n\n<p>O assalto aconteceu em 2018 em uma churrascaria na cidade de Tubar\u00e3o\/SC. Segundo testemunhas, durante a opera\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u usava capuz que caia v\u00e1rias vezes, motivo pelo qual disseram reconhecer o suspeito.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, em&nbsp;<a href=\"https:\/\/migalhas.uol.com.br\/arquivos\/2020\/10\/67FEFDE1EE8EC8_STJ_.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">liminar<\/a>&nbsp;concedida no dia 2 de outubro, Schietti observou que as v\u00edtimas disseram que eram \u201c<em>amea\u00e7adas para que n\u00e3o olhassem para os acusados<\/em>\u201c, o que de certa forma pode contradizer o reconhecimento do acusado. Al\u00e9m disso, as v\u00edtimas relataram que o homem possui aproximadamente 1,70 de altura, entretanto, o paciente acusado possui 1,95 metros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defesa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O defensor p\u00fablico Thiago Yukio, em sustenta\u00e7\u00e3o, ressaltou que as testemunhas que fizeram o reconhecimento fotogr\u00e1fico na fase policial, n\u00e3o puderam repetir o reconhecimento na fase judicial. O defensor destacou a \u201cdisparidade\u201d de 25 cent\u00edmetros entre a altura que as testemunhas julgaram ter o assaltante e a altura que tem o paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>A advogada Dora Cavalcanti, por meio do Innocence Project Brasil, associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos voltada a enfrentar quest\u00f5es sobre condena\u00e7\u00f5es de inocentes no pa\u00eds, sustentou como&nbsp;amicus&nbsp;curiae&nbsp;no processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A caus\u00eddica destacou dados do Innocence Project de Nova York que mostram que de 375 casos que foram objeto de uma revers\u00e3o na Justi\u00e7a, 69% tiveram, na raiz da condena\u00e7\u00e3o equivocada, um problema no reconhecimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dado apresentado pela advogada, de um conjunto de universidades, mostra que de 2.679 casos, mais de 40% de casos que s\u00e3o revertidos houve um reconhecimento equivocado. Nos casos de roubo, o dado copilado \u00e9 de 81%.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO reconhecimento feito de forma fr\u00e1gil n\u00e3o deve, isoladamente, \u00e0 m\u00edngua de outras provas de corrobora\u00e7\u00e3o independentes, servir para lastrear uma senten\u00e7a condenat\u00f3ria.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mudan\u00e7a de postura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O relator, ministro Rogerio&nbsp;Schietti, come\u00e7ou seu voto parabenizando a criatividade do defensor que, para evidenciar a gritante diferen\u00e7a de altura, colocou a fotografia do jogador Lionel Messi, que tem 1,60m, ao lado do tamb\u00e9m jogador Zlatan Ibrahimovic, que tem 1,95m. Schietti tamb\u00e9m ressaltou que as pesquisas do Innocence Project&nbsp;foram essenciais para o voto.<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro recordou caso julgado pela turma em que a v\u00edtima recebeu um e-mail do delegado de pol\u00edcia com a foto de quem ele considerava ser o maior suspeito pedindo para ela confirmar. \u201c<em>O que j\u00e1 denota grande falha desse ato<\/em>\u201c, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cPara o crime de roubo, a \u2018rainha das provas\u2019 \u00e9 o reconhecimento. Por isso, ele deveria ter um grau de confiabilidade que n\u00e3o retirasse qualquer seguran\u00e7a quanto \u00e0 sua utiliza\u00e7\u00e3o em uma senten\u00e7a condenat\u00f3ria. Mas o que vemos, infelizmente, \u00e9 uma praxe policial totalmente divorciada dessa orienta\u00e7\u00e3o e dessas diretrizes de um c\u00f3digo, diga-se de passagem, que j\u00e1 caminha para os seus 80 anos. Deveria ter sido compulsoriamente aposentado, mas est\u00e1 a\u00ed, ainda que com algumas atualiza\u00e7\u00f5es, regendo o nosso sistema jur\u00eddico criminal.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Schietti destacou que o&nbsp;ato formal de reconhecimento indica um procedimento que, rar\u00edssimas vezes, \u00e9 observado. Para o ministro, quando chega em ju\u00edzo, geralmente o magistrado se limita a perguntar \u00e0 v\u00edtima se ela confirma ter feito o reconhecimento \u00e0 pol\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p><br><em>\u201cEssa prova, que j\u00e1 tem um grau de subjetividade muito grande, \u00e9 ainda mais fal\u00edvel quando n\u00e3o se observa o procedimento m\u00ednimo previsto no&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del3689compilado.htm\" target=\"_blank\">CPP<\/a>, \u00e9 uma prova colhida inquisitoriamente, sem presen\u00e7a do advogado, de um juiz ou do MP. O que se faz em ju\u00edzo \u00e9 uma confirma\u00e7\u00e3o de um ato processual, uma prova indireta.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Para o relator, \u00e9 preciso que a turma exija uma mudan\u00e7a de postura dos envolvidos, sobretudo das pol\u00edcias Civil e Federal.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201c\u00c9 preciso, segundo penso, e coloco de forma sincera e com muito orgulho de pertencer a uma turma que se abre a essa possibilidade, eu proponho que n\u00f3s coloquemos um ponto final nessa hist\u00f3ria e passemos a exigir de todos os envolvidos uma mudan\u00e7a de postura. Primeiro da Pol\u00edcia Civil e Federal, que passem a respeitar o CPP. As formalidades n\u00e3o s\u00e3o in\u00fateis, s\u00e3o essenciais para a preserva\u00e7\u00e3o da liberdade.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, concluiu:<\/p>\n\n\n\n<p>I) O reconhecimento de pessoas deve observar o procedimento previsto no art. 226 do CPP, cujas formalidades constituem garantia m\u00ednima para quem se encontra na condi\u00e7\u00e3o de suspeito da pr\u00e1tica de um crime;<\/p>\n\n\n\n<p>II) \u00c0 vista dos efeitos e dos riscos de um reconhecimento falho, a inobserv\u00e2ncia do procedimento descrito na referida norma processual torna inv\u00e1lido o reconhecimento da pessoa suspeita e n\u00e3o poder\u00e1 servir de lastro a eventual condena\u00e7\u00e3o, mesmo se confirmado o reconhecimento em ju\u00edzo;<\/p>\n\n\n\n<p>III) Pode o magistrado realizar, em ju\u00edzo, o ato de reconhecimento formal, desde que observado o devido procedimento probat\u00f3rio, bem como pode ele se convencer da autoria delitiva a partir do exame de outras provas que n\u00e3o guardem rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito com o ato viciado de reconhecimento;<\/p>\n\n\n\n<p>IV) O reconhecimento do suspeito por mera exibi\u00e7\u00e3o de fotografia(s), ao reconhecer, a par de dever seguir o mesmo procedimento do reconhecimento pessoal, h\u00e1 de ser visto como etapa antecedente a eventual reconhecimento pessoal e, portanto, n\u00e3o pode servir como prova em a\u00e7\u00e3o penal, ainda que confirmado em ju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, concedeu a ordem para absolver o paciente das acusa\u00e7\u00f5es que lhe foram feitas e, ao corr\u00e9u, reduziu a san\u00e7\u00e3o para 4 anos e 5 meses de reclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Veja a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.migalhas.uol.com.br\/arquivos\/2020\/10\/978365243DE163_HC598886voto.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00edntegra<\/a>&nbsp;do voto.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A turma acompanhou o voto do relator por unanimidade, com pondera\u00e7\u00f5es do ministro Nefi Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Processo: HC&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.stj.jus.br\/webstj\/processo\/justica\/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=HC598886\" target=\"_blank\">598.886<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O presidente da APCF \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Peritos Criminais Federais, Marcos Camargo, comentou a decis\u00e3o, ressaltando que se trata de um julgado que afasta interpreta\u00e7\u00f5es equivocadas sobre a legisla\u00e7\u00e3o penal e valoriza o Estado de Direito como condutores dos processos criminais.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA decis\u00e3o refor\u00e7a a necessidade de cuidado na produ\u00e7\u00e3o das provas e que o trabalho da per\u00edcia oficial, em que pese n\u00e3o seja objeto desse julgado, \u00e9 uma ferramenta imprescind\u00edvel. \u00c9 v\u00e1lido sempre salientar que as provas circunstanciais, como reconhecimento visual e depoimentos de delatores e de testemunhas, s\u00e3o instrumentos v\u00e1lidos, mas que devem ser usados junto com outros elementos. A prova material, por outro lado, produzida pela per\u00edcia oficial, com base na ci\u00eancia, isenta e equidistante das partes, \u00e9 objetiva e desprovida dos elementos de subjetividade das provas circunstanciais. E, por isso, \u00e9 priorizada pelo C\u00f3digo de Processo Penal como elemento probat\u00f3rio cuja aus\u00eancia pode, inclusive, implicar em nulidades.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por:&nbsp;Reda\u00e7\u00e3o do Migalhas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>28 de outubro de 2020 (Imagem: Lucas Pricken\/STJ) O assalto aconteceu em 2018 em uma churrascaria na cidade de Tubar\u00e3o\/SC. Segundo testemunhas, durante a opera\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u usava capuz que caia v\u00e1rias vezes, motivo pelo qual disseram reconhecer o suspeito. 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